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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Governo de Passos Coelho faz questão de não acertar uma

O quadro de crise obriga os Governos a aplicar medidas pouco agradáveis, ainda assim, as crises, como sempre, devem ser encaradas com sensibilidade, tomando medidas que compensem as pessoas das medidas austeras de que são alvo, e podem representar oportunidades. Uma dessas oportunidades é a da valorização do uso dos transportes públicos, com nítidos ganhos para todos.
 
Em Portugal, em que as principais cidades do País têm excesso de automóveis, esta era uma altura adequada para valorizar o transporte público, ajudar o ambiente urbano e, no quadro de aperto, aliviar o orçamento familiar, com a promoção do uso dos transportes públicos, através da baixa do preço dos títulos de transporte. Isso gera mais ganhos, pois mais pessoas acabam por recorrer aos transportes públicos, dadas o aumento das despesas, por haver mais impostos, e a perda de rendimentos, com a baixa dos vencimentos. O transporte individual é um custo elevado e se há alternativa, o transporte público, sendo acessível e mais barato, compensa.

Há uns meses, o Presidente da Câmara de Milão, já em pleno período de crise, tomou duas medidas: subir o preço dos bilhetes de transporte público por uma simples viagem e tornar o preço do passe mais barato. Agora, na capital austríaca, a baixa do preço dos passes fez com que no último mês, oito mil pessoas adquirissem o passe anual (passa de 449 euros para 365 euros, uma redução de 84 euros, o que representa um custo mensal de cerca de 30,50€, ou seja, num país com um poder de compra e vencimentos e pensões muito superiores aos nossos, os transportes públicos acabam por ser, proporcionalmente, muito mais baratos do que em Portugal).

Em vez de seguir esta linha, o Governo aumenta três vezes, em menos de um ano, o preço dos transportes públicos e impõe uma redução de vencimentos.

Em nenhuma área o Governo do PSD/CDS acerta e nem manifesta preocupação com as pessoas.  

domingo, 5 de fevereiro de 2012

As lições de Solidariedade de Marco António


Concordo com o Secretário de Estado da Solidariedade e Segurança Social: ninguém lhe pode dar lições, pois ele é membro de um Governo e responsável da tutela que nada tem de solidário e apenas implementa a insegurança social.

Os Governos do PS combateram e diminuiram a pobreza em Portugal, valorizaram e preservaram a Segurança Social, ao contrário deste Governo do PSD/CDS, que aumenta a pobreza e coloca a Segurança Social em risco. Também, com um Primeiro-Ministro que diz que somos pobres, que mais poderemos esperar?

De facto, quem dá lições é Marco António, quanto àquilo que não se deve fazer, se estamos empenhados na qualidade de vida das pessoas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Amigos do negócio da China

Eduardo Catroga, Celeste Cardona, Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho são alguns dos nomes propostos à Assembleia Geral de Accionistas para integrar o Conselho de Supervisão da EDP.

Se não tivessem ligação ao PSD e CDS e responsáveis destes dois partidos do Governo, poderia considerar-se a proposta destes nomes normal. Mas não é, e quem propôs sabe que não é, ainda assim avançou-se com a lista. Não são pentelhos, como diria Catroga noutro contexto.