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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Uma guerra inevitável?


Uma notícia esclarecedora do que se passa nestes tempos e do xadrez internacional quanto ao projecto nuclear iraniano, com impacto mundial.

A recente mexida na liderança da Mossad não é fruto do acaso, assim como o surgimento da disputa do importantíssimo estreito de Ormuz, o assassinato de cientistas iranianos  e a situação interna iraniana, de grande debilidade económica e social do país, que deixa o poder dos aiatolas mais vulnerável, com a vontade do Governo de Tel Aviv intervir, sem o apoio dos EUA, conduziu a um barril explosivo.
A guerra pode estar mais perto do que pensamos, mas há muito mais do que o projecto nuclear em jogo, é o xadrez mundial que pode mudar.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Volta a causa do nuclear à revelia do que se passou em Fukushima

Manifesto pede introdução da energia nuclear em Portugal

Deixaram as cinzas de Fukushima poisar para os "nuclearistas" lusos voltarem ao ataque, defendendo o emprego desta energia.

Infelizmente, estas personalidades, que se apresentam como muito cotadas na praça pública nacional, não representam mais do que um pato bravismo provinciano, desprovido de responsabilidade.

Depois do que se passou há quase um ano no Japão, estes senhores empresários e políticos, não querem entender nada. E pelos vistos nem notam o que se passa. Há meses, os japoneses deliberaram, no Parlamento nacional, investir nas renováveis e baixar a dependência da energia nuclear. Na Alemanha, devido ao trágico acontecimento nipónico, a energia nuclear acabará no país dentro de 10 anos. A França, grande utilizadora e impulsionadora do nuclear, começa a equacionar uma medida semelhante à Alemanha. Mas em Portugal, quais iluminados, voltam ao ataque. É caso para perguntar, onde é que estavam quando se deu o acidente em Fukushima?